sábado, 13 de setembro de 2008

Anúncios

Dica do meu amigo Designer Rafael Dalzochio.
"Um bom blog com imagens de anúncios gringos..."

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Jogos de Atari

Dica boa pra aproveitar esse fim-de-semana chuvoso!

A volta dos jogos de atari, agora no computador.

Todos os clássicos imagináveis, em java. Enduro, River Raid, Pac Man e H.E.R.O estão entre os mais acessados.

Pra quem gosta de relembrar os 80's. Só que enjoa rápido!



Em jogosdeatari.com.br

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

LivingStones

.
O Pirai dentro de casa! Muito bom!!
Almofadas em forma de pedra. Boa idéia essa Livingsotne! Em Smarin Design
.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Frank Gehry e Niemeyer

No documentário dos Stones, que tão nos posts abaixo, vi um trailer sobre um documentário do Frank Gehry - Sketches of Frank Gehry - que me chamou a atenção. Já tinha visto no blog do plataforma arquitectura, um episódio dos Simpsons, que fazem uma paródia com o arquiteto deconstrutivista. É engraçado. A perfeita noção que o leigo deve ter sobre as suas obras.


Como bom curioso, comecei a pesquisar mais sobre o documentário - que parece ser bem informal - e encontrei esse texto que faz uma comparação do Gehry com Oscar Niemeyer. Bem interessante o ponto de vista. Segue abaixo, na íntegra.

Mais um post pra boa discussão.

FRANK GEHRY E NIEMEYER
"Quando vi o Museu Guggenheim em Bilbao pela primeira vez pessoalmente achei menos surpreendente do que nas fotos, nas quais parecia uma alucinante e futurista escultura de titânio. Era difícil, mesmo para um arquiteto, acreditar que poderia haver uma “ordem arquitetônica” alí e que a revolução formal pretendida resultasse em beleza para olhos acostumados à tradição da arquitetura limpa de inspiração modernista. Quando cheguei perto da obra, apesar de só poder apreciá-la de fora ( não pude entrar, pois o museu estava fechado) consegui compreendê-la melhor, mas mesmo assim ela não me cativou de cara como outras grandes obras arquitetônicas, cuja a beleza apreciada de perto, muitas vezes, me emocionara. O prédio - ou aquela escultura na qual se podia penetrar e exercer atividades - me pareceu uma construção extremamente tecnológica e portanto fria, para mim. Aquelas formas mirabolantes só poderiam ser projetadas e construídas com a ajuda de poderosos programas de computação gráfica e alto desenvolvimento tecnológico de materiais, portanto com um suporte técnico e um custo muito elevados. Aliado ao efeito de espetáculo urbano que o projeto provocara, atraindo investimentos urbanos e turísticos e potencializando a função capitalista da “arquitetura de grife”, a euforia gehriana não me contagiou. Não havia nela a simplicidade, a leveza e a espontaneidade do traço arquitetônico de um Niemeyer, por exemplo.



Esta impressão modificou-se bastante quando assisti ao documentário “ Sketches of Frank Gehry” de Sidney Pollack. Ao invés de ver Gehry como um contraponto a Niemeyer, passei a vê-lo como um continuador deste, (embora Gehry provavelmente não se veja assim), no rompimento da rigidez formal do modernismo e na incorporação da forma livre como expressão arquitetônica acima de tudo. Ou acima da função, de acordo com a conhecida polêmica entre arquitetos formalistas e funcionalistas. Assim como Niemeyer, Gehry, antes de ser um arquiteto é um genial escultor e trata desta forma a obra arquitetônica. Há discordâncias quanto a “boa arquitetura” ser, antes de tudo, formal, mas há de se reconhecer a grande plasticidade dos projetos de Gehry e Niemeyer. É claro que nem sempre esta plasticidade significa beleza para a maior parte das pessoas. Ou seja, Gehry e Niemeyer também projetam obras que são consideradas feias e sem a genialidade de suas obras primas.

Interessante é vermos ambos - Gehry e Niemeyer – como homens simples e poetas do traço livre, que preferem conceber suas obras a partir de croquis desenhados a mão. Nenhum dos dois desenha em computador, embora tenham equipes de profissionais altamente treinados em sofisticadas tecnologias a os assessorar. Os dois pensam a arquitetura, desde a concepção do projeto, como volume plástico e objeto escultório que deve proporcionar surpresa e emoção às pessoas em primeiro lugar. O que os diferencia: Em Gehry é o arrojo das formas curvilíneas e o uso sofisticado de materiais “high tech” que cria a surpresa arquitetônica, em Niemeyer é a singeleza e sofisticação do traço curvo e o desenho limpo que levam à beleza.


Gehry esculpe no metal – material caro e sofisticado da arquitetura de impacto midiática do Sec XXI , Niemeyer no concreto – material barato e terceiromundista, a pedra transformada em arte edificada pela arquitetura brasileira modernista da década de 1950/60. Gehry conseguiu dar vazão ao seu poder criativo com o auxílio da terapia e quando resolver ousar na profissão. Niemeyer sempre afirmou que dá menos importância à arquitetura – a qual exerce diariamente até hoje com seus 100 anos - do que a vida. Conclui-se que o aspecto humano é o que diferencia estes mestres. Há razão, contudo, em muitas críticas a eles feitas e muitas vezes contradição na humanidade que desejam para a sua arquitetura e no que ela, de fato, representa, enquanto símbolo midiático e de poder. Porém contradição, desigualdade, paradoxo, beleza e caos são traços próprios da arte e não se pode cobrar coerência dela, sob pena de esterelizá-la."
Em overmundo

Li esse texto e me lembrei das aulas de História, com as discussões se Niemeyer era um arquiteto ou escultor... Bons tempos. Lembrei também das frases do velhinho, que as aplico no meu dia-a-dia como causar surpresa, e o importante é a vida.

Claro que podemos colocar mais "n" tópicos nesse texto. Mas que a comparação e a proximidade entre os dois é pertinente... ah, isso é, sem dúvida!
.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Em defesa da Nação!

Merece o registro a ótima percepção do autor da foto, feita em PelotasRS.
A máxima "uma imagem vale por mil palavras", se encaixa!
.
"Este canhão tem uma brava história bélica e foi parar no fundo do São Gonçalo no Século XIX. Foi resgatado no Século XX e posto em lugar de honra, defronte à Brigada Militar. O lógico seria fotografá-lo com o quartel de fundo, mas não pude resistir à tentação de confrontar esses dois símbolos: a defesa do nosso chão e a invasão cultural pelo comércio ianque".

PS: O canhão já estava na praça quando o Mc Donald's foi inaugurado!

Francisco Soto Vidal, autor da foto-legenda.


No blog Amigos de Pelotas

Dica Sutil...

.
Uma boa dica para banheiros masculinos!

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Shine a Light

Hoje, na hora do jogo do Brasil e Chile (3x0), preferi ver o show/ documentário/ espetáculo Shine a Light, dos Stones.
Grata satisfação.
.
Acontece tudo muito perto.
.
Martin Scorsese, filmou os Rolling Stones, no Beacon Theater, em NYC, não apenas para nos fazer sentir o que é a vibração de um show, mas para instaurar uma intimidade física que passa por todas as "convulsões sonoras" e por todas as rugas da pele — Shine a Light é, de fato, uma data histórica das relações música/cinema. Não tinha como dar errado. Jumping Jack Flash é de arrepiar. As inserções de vídeos antigos entre as músicas dão o tom nostálgico.
.
Senti falta de Miss you. E o que os Clinton faziam lá?
.
.
E pra quem gosta dos Stones, aconselho ir no show dos "ROCKS OFF - Rolling Stones Cover", de Blumenau. A performance do Jagger Cover (Klauss Tofanetto) é fantástica!

domingo, 7 de setembro de 2008

A venda de um ícone

Atenção clientes! Olha o que um designer pode fazer por vocês!!
Compra uma logo por 90 dólares e vende por 90 mil dólares.
LONDRES, 2 Set 2008 (AFP) - Um dos grandes museus britânicos, o Victoria and Albert (V&A), comprou em um leilão nos Estados Unidos a logo "Lábios e Língua" usada pelos Rolling Stones desde os anos 70, anunciou nesta terça-feira o museu em Londres.
"Lábios e Língua", um dos ícones mais conhecidos do rock mundial, foi leiloado nesta terça-feira de madrugada por 92.500 dólares (63.800 euros) em uma casa de leilões, a Mastro Auctons, com sede em Chicago.
A logo foi criada em 1970 por John Pasche, um estudante da Escola de Artes de Londres, que se inspirou nos lábios "sensuais" do próprio Mick Jagger, indicou o museu em um comunicado.
O desenho, pelo qual Pasche recebeu 50 libras (cerca de 65 euros, 90 dólares), foi usado pela primeira vez pela banda em 1971, em seu primeiro álbum, "Sticky Fingers".
The Art Fund, uma organização britânica independente criada para promover a arte, contribuiu com a metade do preço pago no leilão pela logo, que vai fazer parte da coleção permanente do museu, indicou o V&A.
Esse desenho é "uma das logo mais visualmente dinâmicas" da história, destacou David Barrie, diretor do The Art Fund, que explicou assim a sua contribuição para a compra.
De acordo com o museu, Pasche trabalhou com os Rolling Stones até 1974, e depois para outras lendas do rock como Paul McCartney e The Who.


Peneirado no Terra e na Revista Rolling Stone

sábado, 6 de setembro de 2008

Sobre Medalhas e Educação

Num post anterior, que falava sobre Olimpíadas e Brasil, surgiu uma boa discussão. O que se espera da nação?

Na Veja da última semana de agosto, na coluna do Mainardi, fala exatamente sobre isso. A comparação dos atletas com o povo brasileiro. Vale a pena ler. O texto é pertinente, ainda mais numa semana da Pátria, cada ano menos lembrada.

PS: Mainardi e a Veja despertam sentimentos de amor e ódio em grande parte de seus leitores.

Temperamento de rebanho

"O Brasil fracassa no esporte pelo mesmo motivo por que fracassa como país: temos uma sociedadeacovardada, fujona, avessa à luta. Tudo aqui é feito para desestimular a disputa, para reprimir o desafio pessoal, para amolecer o caráter"

– Faz o quatro, Diego Hypólito!

Roubei o mote de um amigo meu. E acrescentei prontamente: o que a queda de Diego Hypólito tem a ver com nossa queda para o roubo? Qual é o ponto em comum entre a poltronice de nossos atletas e a poltronice dos brasileiros em geral? Como o fracasso de nossos esportistas se relaciona com nosso fracasso como país?
É o que analisarei a partir de agora, postado na frente do computador, com minha malha elástica dégradée, dando uma rápida pirueta antropológica, seguida por dois parafusos sociológicos e meia dúzia de cambalhotas etnológicas, com grande probabilidade de repetir o feito de Diego Hypólito e aterrissar bisonhamente com o traseiro no tablado.

– Faz o quatro, Diogo Mainardi!

Quem leu a última VEJA pode tentar acompanhar meus volteios. A reportagem apresenta dois dados. O primeiro repete aquilo que já sabíamos: temos os estudantes mais analfabetos do planeta. Ninguém compete conosco em matéria de analfabetismo. Somos mais analfabetos do que todos os outros analfabetos. O segundo dado da reportagem é mais espantoso. Uma pesquisa encomendada por VEJA revelou que, ao mesmo tempo em que temos os estudantes mais analfabetos do planeta, estamos plenamente satisfeitos com isso. Alunos, pais e professores aprovam nossas escolas.


Eu entendo os alunos. A escola, para mim, representou uma completa perda de tempo. As melhores escolas foram aquelas que menos me ensinaram, permitindo que eu pulasse o muro e fosse jogar pebolim no boteco da esquina. Tende-se a superestimar o valor da escola. Os estudantes sabem perfeitamente que, por mais que se empenhem, nada do que os professores lhes disserem terá utilidade prática. É natural que eles se contentem com uma escola que os desobriga de estudar.


Entendo também os professores. Se a escola fosse menos imprestável, boa parte deles seria posta na rua. O que de fato impressiona é o entorpecimento dos pais.

É neste ponto que reintroduzo o tema inicial do artigo: o fracasso de nossos atletas. E é neste ponto que Diego Hypólito e eu aterrissamos com o traseiro no tablado. O Brasil fracassa no esporte pelo mesmo motivo por que fracassa como país: temos uma sociedade acovardada, fujona, avessa à luta. Tudo aqui é feito para desestimular a disputa, para reprimir o desafio pessoal, para amolecer o caráter: o parasitismo estatal, a política fundada no escambo, a cultura baseada no conchavo, a repulsa por idéias discordantes. Esse nosso temperamento de rebanho inibe qualquer forma de atrito, qualquer tipo de inconformismo, qualquer espécie de enfrentamento. Quando temos de competir, afinamos. Por isso aprovamos uma escola que produz analfabetos. Por isso aprovamos governantes que roubam. A gente se satisfaz com facilidade: basta fazer o quatro.

E nem é preciso conseguir colocar o dedo na ponta do nariz.
Por Diego Mainardi


Peneirado na Veja
.

Mão-de-Obra Especializada

Alguma mão-de-obra em Joinville...
- não sei pessoal... mas alguma coisa não está direita...

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Intervenções Urbanas

As instalações urbanas me deixam entusiasmado. Acredito que seja o ápice da loucura sadia (ou não!). É uma quebra da rotina das grandes cidades. Espetacular!

Mark Jenkins está levando-as para um outro nível, com o seu novo "jogo". No seu projeto "Street Installations", as esculturas são feitas de fita adesiva e depois, roupas são adicionadas. As imagens abaixo são de instalações que aconteceram em várias cidades ao redor do mundo, entre elas NYC, Estocolmo e Rio de Janeiro. Uma melhor que a outra. No site woo·ster tem um vídeo muito legal que mostra como as pessoas reagem ao inusitado.
Aconselho ver as imagens restantes no site do cara.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Asfalto - Arqueologia Urbana

Já parasse pra imaginar o que os arqueólogos vão encontrar daqui um tempo?

O fotógrafo e artista plástico Renato Menezes Velasco parou, pensou e foi ao encontro de fragmentos da história contemporânea. O resultado dessa busca por restos do homem está em "Asfalto - Arqueologia Urbana", exposição de fotografias que iniciou dia três de setembro, na Galeria de Arte da UFSC, em Floripa. E Gratuito!

O trabalho é tão estranho quanto fascinante.

O resultado disso tudo, é um perfeito conjunto de objetos, texturas, brilhos e sombras e sobras do nosso cotidiano.
A partir de hoje, basta olhar para o chão para perceber esses fósseis modernos.

Peneirado no A Notícia

Wine-Can

Os apreciadores de vinho são um grupo reconhecidamente conservador mas até o enólogo mais susceptível será capaz de sorrir perante esta Wine Can: uma lata de alumínio de 250 ml, que lembra um botijão de gás, criada pelos designers suecos Jens Andersson e Jonas Forsman. Reciclável e fácil de transportar, perfeita para a Amy Winehouse. Me parece uma idéia brilhante. Cômico mesmo seria imaginar estas coisas presentes numa degustação formal, com os especialistas em plena adega, de lata na mão. Mas nem mesmo o melhor design seria capaz de um milagre assim.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Pensando alto...

Eu odeio reconfigurar o blog. Nunca dá certo.
Mas tem que dá! O brabo é que nessas horas o crtl+Z não funciona...


.
.
.

Maquiando o lixo!

Num país privilegiado como o nosso, que o lixo é retirado - dia sim, dia não - na frente de casa, uma idéia bem original pros sacos de lixo. No "I new idea" não fala se os sacões são ecológicos, mas são engraçados!
Aliás, vou procurar um e-mail antigo que falava sobre as sacolas plásticas de supermercado. Ainda não se comentava sobre sacolas permanentes e oxi-biodegradáveis. Pelo que me lembro, os comentários que surgiram eram bastante interessantes.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

MAZÁÁÁÁÁÁÁ!

Na minha rápida passagem por Porto Alegre, sempre tem um tempo pra tomar um café em uma livraria da capital gaúcha. MAZÁÁÁÁÁÁÁ!
Fuçando, encontrei o
Dicionário de Porto Alegrês, do Luis Augusto Fischer. MAZÁÁÁÁÁÁÁ!
Engraçado e esclarecedor, faz com que um "nativo" se sinta perdido no amontoado de palavras surgidas na cidade!

E acabei encontrando uma palavra que utilizo muito aqui, e que acabou virando mais um bordão clássico, pra variar, que é o MAZÁÁÁÁÁÁÁ!

Apesar da grafia não ser original, a pronúncia é a mesma!

Abaixo o significado da palavra, fotografado, pois tava com preguiça de digitar! MAZÁÁÁÁÁÁÁ!


domingo, 31 de agosto de 2008

Pra Descontrair

Muito bom o site que achei no orkut do Fábio Couto, da Célula Idéias!
Consegui viver os 70's!!

Aparece lá! Yearbook Yourself

.

sábado, 30 de agosto de 2008

Maior do Mundo - Parte ll

Com o fim dos Jogos Olímpicos, a China volta a tocar a vida. E a economia.
Neste final de semana, o país inaugura com grande pompa o Shanghai World Financial Center (E), o prédio mais alto do país, que vai abrigar o novo cérebro financeiro de Shanghai.
Com 101 andares e 492 metros de altura, o arranha-céus também terá a plataforma de observação mais alta do mundo: do topo do prédio, os visitantes poderão observar a metrópole através de paredes envidraçadas.
O colosso de vidro e aço levou 14 anos para ser concluído. E tira a liderança do prédio vizinho, a Jin Mao Tower (à direita, na foto), de 88 andares, como edifício mais elevado da China. Os dois gigantes ficam, praticamente, lado a lado.











Ai vem a a sessão "sim, eu sou o maior, parte II":
O Shanghai World Financial Center abriga o hotel mais alto do globo: o Park Hyatt Shanghai tem 174 esparramados entre os pisos 79 a 93 do prédio. Com essa localização, o hotel supera o Armani Hotel, que será inatalado no Burj Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, a maior torre do globo.

Post relacionado: O novo maior do mundo


Peneirado no Blog da Lurdete

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

50 Anos

Se houve pessoas que passaram viajando sem gasolina, certamente esses dois estão entre os 10+!!

Madonna e Michael Jackson, dois ícones da música, polêmicos à sua maneira, fazem 50 anos nesse mês de agosto, ela dia 16 e ele (ele?) hoje, 29. Certamente marcaram a nossa geração. Se eu começar com a sessão nostalgia, vou encher o blog de piada!

No site do G1, tem uma página especial pro carinha que gosta de criancinha e pra like a virgin.
No AN de hoje também tem uma reportagem sobre o rei do pop do amigo jornalista Rodrigo Schwarz. Vale a pena!

Comparações:

A Madonna, cinquentona, tá vindo pro Brasil em dezembro. Dá de relho em muita guriazinha ai...

E o Mr. Black or White ainda me larga essa pérola hoje: "Vou comer um bolinho com meus filhos e nós provavelmente vamos assistir a alguns desenhos". Desculpa Maiquél, mas tu é uma bichona... Vou até colocar aqueles copões da Pepsi fora! rsrs

Ah, e entre os dois, sou mais a primeira!
.

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Da série: Eu fiz, ninguém mexe! Com Calatrava

O bom da informática é o famoso "crtl+C crtl+V". Quando não se tem inspiração, copia do blog dos outros!
Esse eu tirei do blog da Eli. Fala sobre os pitís de Calatrava. Segue na íntegra.

Tem algum tempo, rolava um boato que, ao receber as reclamações do coletivo de pessoas com problemas de mobilidade sobre a impossibilidade de aceder a uma ponte projetada por Santiago Calatrava em Veneza, o arquiteto declarava que teriam que contentar-se com admirar sua obra desde a orla do canal... na época que isso chegou aos meus ouvidos pensei que seria uma lenda urbana. Parece ser que era verdade.

Duvidei que um indivíduo tão conhecido (e genial à sua maneira, reconheço ainda que não seja santo da minha devoção...) realizasse uma ponte para pedestres, nestes dias em que acessibilidade e inclusão são temas mais do que banais, sem considerar que nem todos dispomos da mesma facilidade de locomoção. Com respeito à declaração continuo sem querer acreditar...

A web do diário El País de hoje traz um artigo sobre a finalização da ponte, que não será inaugurada, já que a cidade e o arquiteto “estão de mal”, não só por temas de exclusão, mas também por outros “barracos” ocorridos durante a execução e, é claro, pelo orçamento de realização do projeto que sofreu uma variação considerável entre os 4 milhões de euros previstos aos quase 20 milhões de gastos reais.Tudo isso depois de ter perdido a batalha judicial contra a prefeitura de Bilbao, onde a cidade reclamava a ampliação de uma passarela projetada pelo arquiteto e o mesmo reivindicava seus direitos de autor por encima de um enlace urbano que facilitaria muito a vida dos habitantes da cidade. Por sorte a cidade venceu o ego.

Com tudo isso fica a pergunta: será que Veneza precisava de uma assinatura do Calatrava?

Site com a matéria completa: aqui

Obrigado pela visita. Volte sempre!
Gostou? Tem mais nos arquivos!