sábado, 13 de setembro de 2008
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Jogos de Atari
A volta dos jogos de atari, agora no computador.
Todos os clássicos imagináveis, em java. Enduro, River Raid, Pac Man e H.E.R.O estão entre os mais acessados.
Pra quem gosta de relembrar os 80's. Só que enjoa rápido!


quinta-feira, 11 de setembro de 2008
LivingStones
O Pirai dentro de casa! Muito bom!!
Almofadas em forma de pedra. Boa idéia essa Livingsotne! Em Smarin Design
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quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Frank Gehry e Niemeyer
No documentário dos Stones, que tão nos posts abaixo, vi um trailer sobre um documentário do Frank Gehry - Sketches of Frank Gehry - que me chamou a atenção. Já tinha visto no blog do plataforma arquitectura, um episódio dos Simpsons, que fazem uma paródia com o arquiteto deconstrutivista. É engraçado. A perfeita noção que o leigo deve ter sobre as suas obras.
"Quando vi o Museu Guggenheim em Bilbao pela primeira vez pessoalmente achei menos surpreendente do que nas fotos, nas quais parecia uma alucinante e futurista escultura de titânio. Era difícil, mesmo para um arquiteto, acreditar que poderia haver uma “ordem arquitetônica” alí e que a revolução formal pretendida resultasse em beleza para olhos acostumados à tradição da arquitetura limpa de inspiração modernista. Quando cheguei perto da obra, apesar de só poder apreciá-la de fora ( não pude entrar, pois o museu estava fechado) consegui compreendê-la melhor, mas mesmo assim ela não me cativou de cara como outras grandes obras arquitetônicas, cuja a beleza apreciada de perto, muitas vezes, me emocionara. O prédio - ou aquela escultura na qual se podia penetrar e exercer atividades - me pareceu uma construção extremamente tecnológica e portanto fria, para mim. Aquelas formas mirabolantes só poderiam ser projetadas e construídas com a ajuda de poderosos programas de computação gráfica e alto desenvolvimento tecnológico de materiais, portanto com um suporte técnico e um custo muito elevados. Aliado ao efeito de espetáculo urbano que o projeto provocara, atraindo investimentos urbanos e turísticos e potencializando a função capitalista da “arquitetura de grife”, a euforia gehriana não me contagiou. Não havia nela a simplicidade, a leveza e a espontaneidade do traço arquitetônico de um Niemeyer, por exemplo.
Interessante é vermos ambos - Gehry e Niemeyer – como homens simples e poetas do traço livre, que preferem conceber suas obras a partir de croquis desenhados a mão. Nenhum dos dois desenha em computador, embora tenham equipes de profissionais altamente treinados em sofisticadas tecnologias a os assessorar. Os dois pensam a arquitetura, desde a concepção do projeto, como volume plástico e objeto escultório que deve proporcionar surpresa e emoção às pessoas em primeiro lugar. O que os diferencia: Em Gehry é o arrojo das formas curvilíneas e o uso sofisticado de materiais “high tech” que cria a surpresa arquitetônica, em Niemeyer é a singeleza e sofisticação do traço curvo e o desenho limpo que levam à beleza.
Gehry esculpe no metal – material caro e sofisticado da arquitetura de impacto midiática do Sec XXI , Niemeyer no concreto – material barato e terceiromundista, a pedra transformada em arte edificada pela arquitetura brasileira modernista da década de 1950/60. Gehry conseguiu dar vazão ao seu poder criativo com o auxílio da terapia e quando resolver ousar na profissão. Niemeyer sempre afirmou que dá menos importância à arquitetura – a qual exerce diariamente até hoje com seus 100 anos - do que a vida. Conclui-se que o aspecto humano é o que diferencia estes mestres. Há razão, contudo, em muitas críticas a eles feitas e muitas vezes contradição na humanidade que desejam para a sua arquitetura e no que ela, de fato, representa, enquanto símbolo midiático e de poder. Porém contradição, desigualdade, paradoxo, beleza e caos são traços próprios da arte e não se pode cobrar coerência dela, sob pena de esterelizá-la."
Em overmundo
Li esse texto e me lembrei das aulas de História, com as discussões se Niemeyer era um arquiteto ou escultor... Bons tempos. Lembrei também das frases do velhinho, que as aplico no meu dia-a-dia como causar surpresa, e o importante é a vida.
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Em defesa da Nação!
Merece o registro a ótima percepção do autor da foto, feita em PelotasRS.A máxima "uma imagem vale por mil palavras", se encaixa!
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PS: O canhão já estava na praça quando o Mc Donald's foi inaugurado!
Francisco Soto Vidal, autor da foto-legenda.
No blog Amigos de Pelotas
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Shine a Light
Hoje, na hora do jogo do Brasil e Chile (3x0), preferi ver o show/ documentário/ espetáculo Shine a Light, dos Stones. domingo, 7 de setembro de 2008
A venda de um ícone
LONDRES, 2 Set 2008 (AFP) - Um dos grandes museus britânicos, o Victoria and Albert (V&A), comprou em um leilão nos Estados Unidos a logo "Lábios e Língua" usada pelos Rolling Stones desde os anos 70, anunciou nesta terça-feira o museu em Londres."Lábios e Língua", um dos ícones mais conhecidos do rock mundial, foi leiloado nesta terça-feira de madrugada por 92.500 dólares (63.800 euros) em uma casa de leilões, a Mastro Auctons, com sede em Chicago.
A logo foi criada em 1970 por John Pasche, um estudante da Escola de Artes de Londres, que se inspirou nos lábios "sensuais" do próprio Mick Jagger, indicou o museu em um comunicado.
O desenho, pelo qual Pasche recebeu 50 libras (cerca de 65 euros, 90 dólares), foi usado pela primeira vez pela banda em 1971, em seu primeiro álbum, "Sticky Fingers".
The Art Fund, uma organização britânica independente criada para promover a arte, contribuiu com a metade do preço pago no leilão pela logo, que vai fazer parte da coleção permanente do museu, indicou o V&A.
Esse desenho é "uma das logo mais visualmente dinâmicas" da história, destacou David Barrie, diretor do The Art Fund, que explicou assim a sua contribuição para a compra.
De acordo com o museu, Pasche trabalhou com os Rolling Stones até 1974, e depois para outras lendas do rock como Paul McCartney e The Who.
sábado, 6 de setembro de 2008
Sobre Medalhas e Educação
"O Brasil fracassa no esporte pelo mesmo motivo por que fracassa como país: temos uma sociedadeacovardada, fujona, avessa à luta. Tudo aqui é feito para desestimular a disputa, para reprimir o desafio pessoal, para amolecer o caráter"
– Faz o quatro, Diego Hypólito!
É o que analisarei a partir de agora, postado na frente do computador, com minha malha elástica dégradée, dando uma rápida pirueta antropológica, seguida por dois parafusos sociológicos e meia dúzia de cambalhotas etnológicas, com grande probabilidade de repetir o feito de Diego Hypólito e aterrissar bisonhamente com o traseiro no tablado.
– Faz o quatro, Diogo Mainardi!
Quem leu a última VEJA pode tentar acompanhar meus volteios. A reportagem apresenta dois dados. O primeiro repete aquilo que já sabíamos: temos os estudantes mais analfabetos do planeta. Ninguém compete conosco em matéria de analfabetismo. Somos mais analfabetos do que todos os outros analfabetos. O segundo dado da reportagem é mais espantoso. Uma pesquisa encomendada por VEJA revelou que, ao mesmo tempo em que temos os estudantes mais analfabetos do planeta, estamos plenamente satisfeitos com isso. Alunos, pais e professores aprovam nossas escolas. Eu entendo os alunos. A escola, para mim, representou uma completa perda de tempo. As melhores escolas foram aquelas que menos me ensinaram, permitindo que eu pulasse o muro e fosse jogar pebolim no boteco da esquina. Tende-se a superestimar o valor da escola. Os estudantes sabem perfeitamente que, por mais que se empenhem, nada do que os professores lhes disserem terá utilidade prática. É natural que eles se contentem com uma escola que os desobriga de estudar.
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Intervenções Urbanas
Mark Jenkins está levando-as para um outro nível, com o seu novo "jogo". No seu projeto "Street Installations", as esculturas são feitas de fita adesiva e depois, roupas são adicionadas. As imagens abaixo são de instalações que aconteceram em várias cidades ao redor do mundo, entre elas NYC, Estocolmo e Rio de Janeiro. Uma melhor que a outra. No site woo·ster tem um vídeo muito legal que mostra como as pessoas reagem ao inusitado.
Aconselho ver as imagens restantes no site do cara.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Asfalto - Arqueologia Urbana
O fotógrafo e artista plástico Renato Menezes Velasco parou, pensou e foi ao encontro de fragmentos da história contemporânea. O resultado dessa busca por restos do homem está em "Asfalto - Arqueologia Urbana", exposição de fotografias que iniciou dia três de setembro, na Galeria de Arte da UFSC, em Floripa. E Gratuito!
Wine-Can
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Pensando alto...
Mas tem que dá! O brabo é que nessas horas o crtl+Z não funciona...
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Maquiando o lixo!

segunda-feira, 1 de setembro de 2008
MAZÁÁÁÁÁÁÁ!
Fuçando, encontrei o Dicionário de Porto Alegrês, do Luis Augusto Fischer. MAZÁÁÁÁÁÁÁ!
Engraçado e esclarecedor, faz com que um "nativo" se sinta perdido no amontoado de palavras surgidas na cidade!
E acabei encontrando uma palavra que utilizo muito aqui, e que acabou virando mais um bordão clássico, pra variar, que é o MAZÁÁÁÁÁÁÁ!
Apesar da grafia não ser original, a pronúncia é a mesma!
Abaixo o significado da palavra, fotografado, pois tava com preguiça de digitar! MAZÁÁÁÁÁÁÁ!
domingo, 31 de agosto de 2008
sábado, 30 de agosto de 2008
Maior do Mundo - Parte ll
Com o fim dos Jogos Olímpicos, a China volta a tocar a vida. E a economia.Neste final de semana, o país inaugura com grande pompa o Shanghai World Financial Center (E), o prédio mais alto do país, que vai abrigar o novo cérebro financeiro de Shanghai.
Com 101 andares e 492 metros de altura, o arranha-céus também terá a plataforma de observação mais alta do mundo: do topo do prédio, os visitantes poderão observar a metrópole através de paredes envidraçadas.
O colosso de vidro e aço levou 14 anos para ser concluído. E tira a liderança do prédio vizinho, a Jin Mao Tower (à direita, na foto), de 88 andares, como edifício mais elevado da China. Os dois gigantes ficam, praticamente, lado a lado.
Ai vem a a sessão "sim, eu sou o maior, parte II":
O Shanghai World Financial Center abriga o hotel mais alto do globo: o Park Hyatt Shanghai tem 174 esparramados entre os pisos 79 a 93 do prédio. Com essa localização, o hotel supera o Armani Hotel, que será inatalado no Burj Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, a maior torre do globo.
Post relacionado: O novo maior do mundo

Peneirado no Blog da Lurdete
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
50 Anos

Se houve pessoas que passaram viajando sem gasolina, certamente esses dois estão entre os 10+!!quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Da série: Eu fiz, ninguém mexe! Com Calatrava
Esse eu tirei do blog da Eli. Fala sobre os pitís de Calatrava. Segue na íntegra.
Tem algum tempo, rolava um boato que, ao receber as reclamações do coletivo de pessoas com problemas de mobilidade sobre a impossibilidade de aceder a uma ponte projetada por Santiago Calatrava em Veneza, o arquiteto declarava que teriam que contentar-se com admirar sua obra desde a orla do canal... na época que isso chegou aos meus ouvidos pensei que seria uma lenda urbana. Parece ser que era verdade.
Duvidei que um indivíduo tão conhecido (e genial à sua maneira, reconheço ainda que não seja santo da minha devoção...) realizasse uma ponte para pedestres, nestes dias em que acessibilidade e inclusão são temas mais do que banais, sem considerar que nem todos dispomos da mesma facilidade de locomoção. Com respeito à declaração continuo sem querer acreditar...
A web do diário El País de hoje traz um artigo sobre a finalização da ponte, que não será inaugurada, já que a cidade e o arquiteto “estão de mal”, não só por temas de exclusão, mas também por outros “barracos” ocorridos durante a execução e, é claro, pelo orçamento de realização do projeto que sofreu uma variação considerável entre os 4 milhões de euros previstos aos quase 20 milhões de gastos reais.Tudo isso depois de ter perdido a batalha judicial contra a prefeitura de Bilbao, onde a cidade reclamava a ampliação de uma passarela projetada pelo arquiteto e o mesmo reivindicava seus direitos de autor por encima de um enlace urbano que facilitaria muito a vida dos habitantes da cidade. Por sorte a cidade venceu o ego.
Com tudo isso fica a pergunta: será que Veneza precisava de uma assinatura do Calatrava?
Site com a matéria completa: aqui
Obrigado pela visita. Volte sempre!
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