terça-feira, 16 de setembro de 2008

Herzog e de Meuron em NYC

Dica do meu amigo arquiteto Guilherme Moraes. Mais um projeto a ser contestado.
Suíços Jacques Herzog e Pierre de Meuron, criadores do Ninho de Pássaro, divulgaram imagens de um novo projeto: um prédio “embaralhado” em Nova York, nos EUA. Os arquitetos projetaram essa torre de vidro com 57 andares, avaliada em US$ 650 milhões, para a região nova-iorquina de Tribeca. A construção deve ter início em meados de outubro.
Segundo a rede de TV “WNBC”, os arquitetos comparam o projeto com “uma pilha de casas no céu". Cada um dos 145 apartamentos tem um projeto diferente, o que dá esse visual “embaralhado” ao edifício.
Certamente, mais um projeto do "Estilo Duvidoso", moda entre os "star architects".


Peneirado no G1

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Revista Área

Saiu mais uma reportagem sobre as poltronas de lâmina de bambu. Um pequeno registro que vale muito!
Dessa vez, foi na Revista Área nº04, de Florianópolis, especializada em Arquitetura e Design.
Depois coloco a matéria, que tem como foco a Feira Abimad.
Mais sobre as poltronas e a feira, clique aqui.

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Palm Jumeirah - Dubai

Cerca que cinco anos de obras e toneladas de aterro depois, vai ser oficialmente inaugurada em novembro a primeira de três ilhas artificiais em formato de palmeira na costa de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.
Palm Jumeirah é a menor das três e tem um tronco com 17 galhos, além de uma ilha semicircular que envolve a palmeira esparramada no Golfo Pérsico.

Palm Jumeirah tem espalhadas nos seus galhos 3,9 mil villas e apartamentos, todos com vista e até frente para o mar - um dos aspectos geniais do projeto. Os primeiros moradores da ilha começaram a se instalar no ano passado.


Além de Jumeirah, há em construção na costa de Dubai outras duas "palmeiras" - Palm Jebel Ali e Palm Deira. Juntas, as Palm Islands vão adicionar 520 quilômetros quadrados de área ao litoral do emirado. Serão as três maiores ilhas já feitas pelo homem no mundo.
Nelas, está prevista a construção de 100 hotéis de luxo, praias residenciais com palacetes e apartamentos, marinas, parques aquáticos, restaurantes, shopping centers, áreas esportivas e spas.
O trio de empreendimentos vai usar cerca de 1,1 bilhão de metros cúbicos de rochas e areia retirada do fundo do mar e do litoral do Golfo Pérsico. É um mar de areia!

Não é por nada que o projeto já está sendo chamado de oitava maravilha do mundo.

domingo, 14 de setembro de 2008

OMA em NYC

O “23 East 22nd Street” é o primeiro edifício residencial que o escritório OMA & Partners construirá em Nova York. Com término previsto para 2010, tem andares intercalados para ter vista do Madison Square Park.
O prédio deriva da escola do Estilo Duvidoso (nova febre mundial!), e o melhor do projeto foi esse ambiente, de lareira acesa e com vista diferenciada pra piscina, que lembra muito o jeito de projetar do Jean Nouvel.
Francamente... Os "star architects" estão se copiando!

Peneirado no Plataforma Arquitectura

sábado, 13 de setembro de 2008

Anúncios

Dica do meu amigo Designer Rafael Dalzochio.
"Um bom blog com imagens de anúncios gringos..."

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Jogos de Atari

Dica boa pra aproveitar esse fim-de-semana chuvoso!

A volta dos jogos de atari, agora no computador.

Todos os clássicos imagináveis, em java. Enduro, River Raid, Pac Man e H.E.R.O estão entre os mais acessados.

Pra quem gosta de relembrar os 80's. Só que enjoa rápido!



Em jogosdeatari.com.br

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

LivingStones

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O Pirai dentro de casa! Muito bom!!
Almofadas em forma de pedra. Boa idéia essa Livingsotne! Em Smarin Design
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quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Frank Gehry e Niemeyer

No documentário dos Stones, que tão nos posts abaixo, vi um trailer sobre um documentário do Frank Gehry - Sketches of Frank Gehry - que me chamou a atenção. Já tinha visto no blog do plataforma arquitectura, um episódio dos Simpsons, que fazem uma paródia com o arquiteto deconstrutivista. É engraçado. A perfeita noção que o leigo deve ter sobre as suas obras.


Como bom curioso, comecei a pesquisar mais sobre o documentário - que parece ser bem informal - e encontrei esse texto que faz uma comparação do Gehry com Oscar Niemeyer. Bem interessante o ponto de vista. Segue abaixo, na íntegra.

Mais um post pra boa discussão.

FRANK GEHRY E NIEMEYER
"Quando vi o Museu Guggenheim em Bilbao pela primeira vez pessoalmente achei menos surpreendente do que nas fotos, nas quais parecia uma alucinante e futurista escultura de titânio. Era difícil, mesmo para um arquiteto, acreditar que poderia haver uma “ordem arquitetônica” alí e que a revolução formal pretendida resultasse em beleza para olhos acostumados à tradição da arquitetura limpa de inspiração modernista. Quando cheguei perto da obra, apesar de só poder apreciá-la de fora ( não pude entrar, pois o museu estava fechado) consegui compreendê-la melhor, mas mesmo assim ela não me cativou de cara como outras grandes obras arquitetônicas, cuja a beleza apreciada de perto, muitas vezes, me emocionara. O prédio - ou aquela escultura na qual se podia penetrar e exercer atividades - me pareceu uma construção extremamente tecnológica e portanto fria, para mim. Aquelas formas mirabolantes só poderiam ser projetadas e construídas com a ajuda de poderosos programas de computação gráfica e alto desenvolvimento tecnológico de materiais, portanto com um suporte técnico e um custo muito elevados. Aliado ao efeito de espetáculo urbano que o projeto provocara, atraindo investimentos urbanos e turísticos e potencializando a função capitalista da “arquitetura de grife”, a euforia gehriana não me contagiou. Não havia nela a simplicidade, a leveza e a espontaneidade do traço arquitetônico de um Niemeyer, por exemplo.



Esta impressão modificou-se bastante quando assisti ao documentário “ Sketches of Frank Gehry” de Sidney Pollack. Ao invés de ver Gehry como um contraponto a Niemeyer, passei a vê-lo como um continuador deste, (embora Gehry provavelmente não se veja assim), no rompimento da rigidez formal do modernismo e na incorporação da forma livre como expressão arquitetônica acima de tudo. Ou acima da função, de acordo com a conhecida polêmica entre arquitetos formalistas e funcionalistas. Assim como Niemeyer, Gehry, antes de ser um arquiteto é um genial escultor e trata desta forma a obra arquitetônica. Há discordâncias quanto a “boa arquitetura” ser, antes de tudo, formal, mas há de se reconhecer a grande plasticidade dos projetos de Gehry e Niemeyer. É claro que nem sempre esta plasticidade significa beleza para a maior parte das pessoas. Ou seja, Gehry e Niemeyer também projetam obras que são consideradas feias e sem a genialidade de suas obras primas.

Interessante é vermos ambos - Gehry e Niemeyer – como homens simples e poetas do traço livre, que preferem conceber suas obras a partir de croquis desenhados a mão. Nenhum dos dois desenha em computador, embora tenham equipes de profissionais altamente treinados em sofisticadas tecnologias a os assessorar. Os dois pensam a arquitetura, desde a concepção do projeto, como volume plástico e objeto escultório que deve proporcionar surpresa e emoção às pessoas em primeiro lugar. O que os diferencia: Em Gehry é o arrojo das formas curvilíneas e o uso sofisticado de materiais “high tech” que cria a surpresa arquitetônica, em Niemeyer é a singeleza e sofisticação do traço curvo e o desenho limpo que levam à beleza.


Gehry esculpe no metal – material caro e sofisticado da arquitetura de impacto midiática do Sec XXI , Niemeyer no concreto – material barato e terceiromundista, a pedra transformada em arte edificada pela arquitetura brasileira modernista da década de 1950/60. Gehry conseguiu dar vazão ao seu poder criativo com o auxílio da terapia e quando resolver ousar na profissão. Niemeyer sempre afirmou que dá menos importância à arquitetura – a qual exerce diariamente até hoje com seus 100 anos - do que a vida. Conclui-se que o aspecto humano é o que diferencia estes mestres. Há razão, contudo, em muitas críticas a eles feitas e muitas vezes contradição na humanidade que desejam para a sua arquitetura e no que ela, de fato, representa, enquanto símbolo midiático e de poder. Porém contradição, desigualdade, paradoxo, beleza e caos são traços próprios da arte e não se pode cobrar coerência dela, sob pena de esterelizá-la."
Em overmundo

Li esse texto e me lembrei das aulas de História, com as discussões se Niemeyer era um arquiteto ou escultor... Bons tempos. Lembrei também das frases do velhinho, que as aplico no meu dia-a-dia como causar surpresa, e o importante é a vida.

Claro que podemos colocar mais "n" tópicos nesse texto. Mas que a comparação e a proximidade entre os dois é pertinente... ah, isso é, sem dúvida!
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terça-feira, 9 de setembro de 2008

Em defesa da Nação!

Merece o registro a ótima percepção do autor da foto, feita em PelotasRS.
A máxima "uma imagem vale por mil palavras", se encaixa!
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"Este canhão tem uma brava história bélica e foi parar no fundo do São Gonçalo no Século XIX. Foi resgatado no Século XX e posto em lugar de honra, defronte à Brigada Militar. O lógico seria fotografá-lo com o quartel de fundo, mas não pude resistir à tentação de confrontar esses dois símbolos: a defesa do nosso chão e a invasão cultural pelo comércio ianque".

PS: O canhão já estava na praça quando o Mc Donald's foi inaugurado!

Francisco Soto Vidal, autor da foto-legenda.


No blog Amigos de Pelotas

Dica Sutil...

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Uma boa dica para banheiros masculinos!

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Shine a Light

Hoje, na hora do jogo do Brasil e Chile (3x0), preferi ver o show/ documentário/ espetáculo Shine a Light, dos Stones.
Grata satisfação.
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Acontece tudo muito perto.
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Martin Scorsese, filmou os Rolling Stones, no Beacon Theater, em NYC, não apenas para nos fazer sentir o que é a vibração de um show, mas para instaurar uma intimidade física que passa por todas as "convulsões sonoras" e por todas as rugas da pele — Shine a Light é, de fato, uma data histórica das relações música/cinema. Não tinha como dar errado. Jumping Jack Flash é de arrepiar. As inserções de vídeos antigos entre as músicas dão o tom nostálgico.
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Senti falta de Miss you. E o que os Clinton faziam lá?
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E pra quem gosta dos Stones, aconselho ir no show dos "ROCKS OFF - Rolling Stones Cover", de Blumenau. A performance do Jagger Cover (Klauss Tofanetto) é fantástica!

domingo, 7 de setembro de 2008

A venda de um ícone

Atenção clientes! Olha o que um designer pode fazer por vocês!!
Compra uma logo por 90 dólares e vende por 90 mil dólares.
LONDRES, 2 Set 2008 (AFP) - Um dos grandes museus britânicos, o Victoria and Albert (V&A), comprou em um leilão nos Estados Unidos a logo "Lábios e Língua" usada pelos Rolling Stones desde os anos 70, anunciou nesta terça-feira o museu em Londres.
"Lábios e Língua", um dos ícones mais conhecidos do rock mundial, foi leiloado nesta terça-feira de madrugada por 92.500 dólares (63.800 euros) em uma casa de leilões, a Mastro Auctons, com sede em Chicago.
A logo foi criada em 1970 por John Pasche, um estudante da Escola de Artes de Londres, que se inspirou nos lábios "sensuais" do próprio Mick Jagger, indicou o museu em um comunicado.
O desenho, pelo qual Pasche recebeu 50 libras (cerca de 65 euros, 90 dólares), foi usado pela primeira vez pela banda em 1971, em seu primeiro álbum, "Sticky Fingers".
The Art Fund, uma organização britânica independente criada para promover a arte, contribuiu com a metade do preço pago no leilão pela logo, que vai fazer parte da coleção permanente do museu, indicou o V&A.
Esse desenho é "uma das logo mais visualmente dinâmicas" da história, destacou David Barrie, diretor do The Art Fund, que explicou assim a sua contribuição para a compra.
De acordo com o museu, Pasche trabalhou com os Rolling Stones até 1974, e depois para outras lendas do rock como Paul McCartney e The Who.


Peneirado no Terra e na Revista Rolling Stone

sábado, 6 de setembro de 2008

Sobre Medalhas e Educação

Num post anterior, que falava sobre Olimpíadas e Brasil, surgiu uma boa discussão. O que se espera da nação?

Na Veja da última semana de agosto, na coluna do Mainardi, fala exatamente sobre isso. A comparação dos atletas com o povo brasileiro. Vale a pena ler. O texto é pertinente, ainda mais numa semana da Pátria, cada ano menos lembrada.

PS: Mainardi e a Veja despertam sentimentos de amor e ódio em grande parte de seus leitores.

Temperamento de rebanho

"O Brasil fracassa no esporte pelo mesmo motivo por que fracassa como país: temos uma sociedadeacovardada, fujona, avessa à luta. Tudo aqui é feito para desestimular a disputa, para reprimir o desafio pessoal, para amolecer o caráter"

– Faz o quatro, Diego Hypólito!

Roubei o mote de um amigo meu. E acrescentei prontamente: o que a queda de Diego Hypólito tem a ver com nossa queda para o roubo? Qual é o ponto em comum entre a poltronice de nossos atletas e a poltronice dos brasileiros em geral? Como o fracasso de nossos esportistas se relaciona com nosso fracasso como país?
É o que analisarei a partir de agora, postado na frente do computador, com minha malha elástica dégradée, dando uma rápida pirueta antropológica, seguida por dois parafusos sociológicos e meia dúzia de cambalhotas etnológicas, com grande probabilidade de repetir o feito de Diego Hypólito e aterrissar bisonhamente com o traseiro no tablado.

– Faz o quatro, Diogo Mainardi!

Quem leu a última VEJA pode tentar acompanhar meus volteios. A reportagem apresenta dois dados. O primeiro repete aquilo que já sabíamos: temos os estudantes mais analfabetos do planeta. Ninguém compete conosco em matéria de analfabetismo. Somos mais analfabetos do que todos os outros analfabetos. O segundo dado da reportagem é mais espantoso. Uma pesquisa encomendada por VEJA revelou que, ao mesmo tempo em que temos os estudantes mais analfabetos do planeta, estamos plenamente satisfeitos com isso. Alunos, pais e professores aprovam nossas escolas.


Eu entendo os alunos. A escola, para mim, representou uma completa perda de tempo. As melhores escolas foram aquelas que menos me ensinaram, permitindo que eu pulasse o muro e fosse jogar pebolim no boteco da esquina. Tende-se a superestimar o valor da escola. Os estudantes sabem perfeitamente que, por mais que se empenhem, nada do que os professores lhes disserem terá utilidade prática. É natural que eles se contentem com uma escola que os desobriga de estudar.


Entendo também os professores. Se a escola fosse menos imprestável, boa parte deles seria posta na rua. O que de fato impressiona é o entorpecimento dos pais.

É neste ponto que reintroduzo o tema inicial do artigo: o fracasso de nossos atletas. E é neste ponto que Diego Hypólito e eu aterrissamos com o traseiro no tablado. O Brasil fracassa no esporte pelo mesmo motivo por que fracassa como país: temos uma sociedade acovardada, fujona, avessa à luta. Tudo aqui é feito para desestimular a disputa, para reprimir o desafio pessoal, para amolecer o caráter: o parasitismo estatal, a política fundada no escambo, a cultura baseada no conchavo, a repulsa por idéias discordantes. Esse nosso temperamento de rebanho inibe qualquer forma de atrito, qualquer tipo de inconformismo, qualquer espécie de enfrentamento. Quando temos de competir, afinamos. Por isso aprovamos uma escola que produz analfabetos. Por isso aprovamos governantes que roubam. A gente se satisfaz com facilidade: basta fazer o quatro.

E nem é preciso conseguir colocar o dedo na ponta do nariz.
Por Diego Mainardi


Peneirado na Veja
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Mão-de-Obra Especializada

Alguma mão-de-obra em Joinville...
- não sei pessoal... mas alguma coisa não está direita...

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Intervenções Urbanas

As instalações urbanas me deixam entusiasmado. Acredito que seja o ápice da loucura sadia (ou não!). É uma quebra da rotina das grandes cidades. Espetacular!

Mark Jenkins está levando-as para um outro nível, com o seu novo "jogo". No seu projeto "Street Installations", as esculturas são feitas de fita adesiva e depois, roupas são adicionadas. As imagens abaixo são de instalações que aconteceram em várias cidades ao redor do mundo, entre elas NYC, Estocolmo e Rio de Janeiro. Uma melhor que a outra. No site woo·ster tem um vídeo muito legal que mostra como as pessoas reagem ao inusitado.
Aconselho ver as imagens restantes no site do cara.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Asfalto - Arqueologia Urbana

Já parasse pra imaginar o que os arqueólogos vão encontrar daqui um tempo?

O fotógrafo e artista plástico Renato Menezes Velasco parou, pensou e foi ao encontro de fragmentos da história contemporânea. O resultado dessa busca por restos do homem está em "Asfalto - Arqueologia Urbana", exposição de fotografias que iniciou dia três de setembro, na Galeria de Arte da UFSC, em Floripa. E Gratuito!

O trabalho é tão estranho quanto fascinante.

O resultado disso tudo, é um perfeito conjunto de objetos, texturas, brilhos e sombras e sobras do nosso cotidiano.
A partir de hoje, basta olhar para o chão para perceber esses fósseis modernos.

Peneirado no A Notícia

Wine-Can

Os apreciadores de vinho são um grupo reconhecidamente conservador mas até o enólogo mais susceptível será capaz de sorrir perante esta Wine Can: uma lata de alumínio de 250 ml, que lembra um botijão de gás, criada pelos designers suecos Jens Andersson e Jonas Forsman. Reciclável e fácil de transportar, perfeita para a Amy Winehouse. Me parece uma idéia brilhante. Cômico mesmo seria imaginar estas coisas presentes numa degustação formal, com os especialistas em plena adega, de lata na mão. Mas nem mesmo o melhor design seria capaz de um milagre assim.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Pensando alto...

Eu odeio reconfigurar o blog. Nunca dá certo.
Mas tem que dá! O brabo é que nessas horas o crtl+Z não funciona...


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Maquiando o lixo!

Num país privilegiado como o nosso, que o lixo é retirado - dia sim, dia não - na frente de casa, uma idéia bem original pros sacos de lixo. No "I new idea" não fala se os sacões são ecológicos, mas são engraçados!
Aliás, vou procurar um e-mail antigo que falava sobre as sacolas plásticas de supermercado. Ainda não se comentava sobre sacolas permanentes e oxi-biodegradáveis. Pelo que me lembro, os comentários que surgiram eram bastante interessantes.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

MAZÁÁÁÁÁÁÁ!

Na minha rápida passagem por Porto Alegre, sempre tem um tempo pra tomar um café em uma livraria da capital gaúcha. MAZÁÁÁÁÁÁÁ!
Fuçando, encontrei o
Dicionário de Porto Alegrês, do Luis Augusto Fischer. MAZÁÁÁÁÁÁÁ!
Engraçado e esclarecedor, faz com que um "nativo" se sinta perdido no amontoado de palavras surgidas na cidade!

E acabei encontrando uma palavra que utilizo muito aqui, e que acabou virando mais um bordão clássico, pra variar, que é o MAZÁÁÁÁÁÁÁ!

Apesar da grafia não ser original, a pronúncia é a mesma!

Abaixo o significado da palavra, fotografado, pois tava com preguiça de digitar! MAZÁÁÁÁÁÁÁ!


Obrigado pela visita. Volte sempre!
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